Desde que Tamim bin Hamad al-Thani assumiu, três países vizinhos retiraram seus embaixadores devido às políticas externas do Catar
Desde que o xeque Tamim bin Hamad al-Thani assumiu o poder em junho do ano passado, três países vizinhos retiraram seus embaixadores devido às políticas externas do Catar, um hostil governo do Egito acusou o emirado de oferecer asilo à oposição e os rebeldes sírios apoiados pelo emirado fracassaram em uma guerra civil de três anos.
“Parece haver alguma desordem em Doha sobre como lidar exatamente com todos esses problemas que estão se acumulando”, disse ontem Theodore Karasik, diretor de pesquisa no Instituto para Análise Militar do Oriente Próximo e do Golfo em Dubai.
“É evidente que todas essas questões são do governo anterior e o emir atual está tentando enfrentar essas situações”.
Sob o comando do pai do emir de 34 anos, o xeque Hamad bin Khalifa al-Thani, o Catar utilizou a terceira maior reserva de gás natural do mundo para comprar participações na Barclays Plc, na Volkswagen AG e na compra da loja de departamentos londrina Harrods.
Ele também apoiou as rebeliões na Líbia e na Síria, distribuiu bilhões para o primeiro governo islamita do Egito e conquistou o direito de ser sede do evento esportivo mais assistido do mundo.


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