De acordo com a sentença do Tribunal de Grande Instância de Nanterre, a Closer também foi condenada a publicar o teor da sentença na capa da sua próxima edição. Gayet, de 41 anos, havia pedido inicialmente uma indenização maior, de 50.000 euros, mais 4.000 euros pelas custas do processo. Segundo seu advogado, Jean Ennochi, o registro das fotos foi resultado de uma “verdadeira caçada” dos fotógrafos da ‘Closer’
Segundo Ennochi, o assédio da imprensa só piorou depois que a revista chegou às bancas no dia 10 de janeiro, mostrando diversas fotos do presidente com a atriz em frente a um prédio de Paris, próximo do palácio do Eliseu.
Já o advogado da revista, Delphine Pando, defendeu a reportagem afirmando que ela havia sido movida pelo interesse público, já que as fotos mostraram que Hollande estava descuidando da sua segurança ao se dirigir com apenas um segurança até a casa da atriz. Ainda segundo Pando, com as escapadas, Hollande estava fugindo ao seu dever de transparência. Gayet ainda move dois processos criminais contra a revista, um deles por invasão de privacidade.
Publicação
Esta não foi a primeira vez que a ‘Closer’ perde um processo relacionado ao presidente Hollande. No dia 6 de março – curiosamente o mesmo dia em que Gayet protocolou seu processo – a revista foi condenada a pagar 12.000 euros de indenização para Valérie Trierweiler pela reportagem “Valérie se vinga sob o sol” que trazia fotos da ex-primeira-dama usando um maiô durante uma viagem às Ilhas Maurício.


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