Para Rui Oliveira, Coordenador da APLb, Sindicato dos professores, esses contratos de PST são uma verdadeira exploração de serviços. "Somos totalmente contra essa forma de contratação equivocada. Além de exploração de mão de obra, serve de cabide eleitoral, são pessoas indicadas por políticos e que recebem bem menos que os concursados", classifica Rui.
*Informações do Mídia Recôncavo.
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