No documento emitido à 1ª Vara do Tribunal do Júri de Salvador, os promotores ainda defendem que a soltura da acusada desconsidera os inúmeros detentos que continuam presos por ilícitos penais semelhantes ou de menor gravidade. Sobre os posicionamentos da promotoria, o advogado da médica, Sérgio Habib, disse ao G1 na noite desta terça-feira (17), que é um direito do Ministério Público refutar da decisão do juiz. “A lei prevê este direito, mas não vejo como eles podem obter qualquer êxito. O juiz foi muito equilibrado ao tomar a decisão. Não fez nada de forma precipitada. Tudo foi muito bem analisado”, defende o advogado.Sobre o atual estado de Kátia Vargas, Habib conta que a médica é acompanhada, diariamente, por dois psiquiatras e um clínico geral. Desde a segunda-feira, quando foi libertada pela Justiça, segundo o advogado, ela está sendo sedada. “Ela começou a tomar conhecimento de muita coisa que, enquanto esteve fora de casa, não sabia: estado de saúde da mãe, dificuldades enfrentadas pela família”, exemplificou Habib.


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